terça-feira, 2 de agosto de 2011

Perguntas para a vida

O amor de pai é uma aventura. É como se aventurar por poços abissais, tão escuros como a alma de outrem. É um sentimento um tanto quanto contraditório. Não no sentido sentimento, entende? Esse é imutável, imexível, imaculado, certo. O conflito aparece, na verdade, nas esperanças do próprio pai. Na verdade que nós mesmos acreditamos como verdade. Nós – pais – damos, mas vamos cobrar ali na frente. Pode ter certeza. De uma maneira sutil, paternal, às vezes um tanto obscura – na maioria das vezes pra nós mesmo -, mas vamos.

Precisamos desse sentimento, que nos alimenta e nos impulsiona. Nos cobre de glórias e infortúnios. Dá tanto trabalho...mas temos que amar. Somos pais. Mas a vida, ah essa vida bandida, teima em nos pregar peças quando mais estamos despreparados, quando estamos olhando para o outro lado. Quando estamos de guarda baixa.

E aí, só nos resta aprender. Mesmo que ainda não nos tenha sido ensinado. Aprender a amar um filho especial, homossexual, maravilhoso ou transviado, bem-sucedido ou acomodado. Aprender a amar aqueles que eles próprios vão amar, mesmo não sendo o nosso amado ou preferido.

O amor de um pai não se exaure, repousa. Não muda, se transforma. Os livros nos ensinam como trocar fraudas, como ajudá-lo a ler aos seis anos, que eles – os filhos – procuram limites dos pais. Mas nenhum nos dá a mínima noção do amor extremo. Dedicado. Ilimitado. Cansativo. Singular. Nenhum. E aí, como lidar com esse sentimento? Que teima em não sair mais do seu coração, das suas entranhas. Da sua vida.

Um dia, ouvi – em uma conversa fortuita – um filho que já era pai dizer: “Meu pai foi muito duro comigo. Não esteve muito comigo, mas hoje eu vejo como foi importante para mim esse limite”. Meu Deus...ninguém nos disse que os filhos crescem. Um dia. Sem a sua permissão. No máximo, você tenta mostrar a direção que acha certa. Mas, quando você se dá conta...um abraço. Não tem mais a cadeirinha da bike para ir à escola ou à pracinha. Nada mais de beijinho na boca. Pedir ajuda para descer da mesa de 50 cm quando ele já tem um metro? Não mais. E os desenhos animados, cujas músicas não saem da cabeça por anos, martelando como um lembrete que sua filhotinha está ali, lindinha, pequena, precisando de você para se divertir com a Puca ou com o backardigans. Saem de programação. Como uma tela preta.

Aí, sem mais nem menos, percebemos que outras pessoas entraram em suas vidas, que antes pertenciam a nós, pais. Nos transformamos em motoristas da balada e rezamos a santos que nem sabíamos que conhecíamos para que eles voltem sãos e salvos. E vemos, sem nenhuma estribeira, as fraldas sendo substituídas pelas calças jeans. As bolsas que abrigavam confortavelmente os ades de frutas e soja e os biscoitos sortidos por mochilas onde repousam os ipods e ipads do século XXI.

E essa mudança frenética vai esbranquiçando os cabelos e moendo nossas hérnias. Mas a dor mesmo vem da certeza de que isso também passa. Nossos filhos estão indo embora, namorando, casando, assumindo o controle. Assim como fizemos um dia. E bate à nossa porta uma dúvida tão cruel quanto verdadeira. Valeu à pena ensinar tanto limite? O preço não foi alto demais? Ficar longe.

Será que abraçamos nossos filhos tantas vezes quanto deveríamos? Será que não deveríamos tê-los coberto na cama mais vezes? Deixado de ver nossos amigos para vê-los em casa acordados? Quem garante que mimamos nossos filhos o suficiente para assegurar-lhes a felicidade plena. Se é que ela existe. Por que não deixamos que eles comessem mais nuggets nos almoço, ao invés de empurrar-lhes brócolis insosso? Tenho a nítida impressão que chegarei mais lá na frente com a certeza de que, ao invés de gritar com minha filha, deveria tê-la deixado dormir mais vezes na minha cama. E sem escovar os dentinhos. Que deveria ter comprado mais revistinhas na banca da esquina, ao invés de ter mentido que não tinha uma mísera moeda. Só para ensinar-lhe que ela não pode ter tudo a tempo e a hora. Não pode por quê? Por que a vida é assim? Ora...

Por que não exercitei na minha filha todo o amor que tenho aqui dentro? É o que vou me perguntar.

Desculpem o desabafo e as linhas mal traçadas. Não foram escritas com o teclado, mas com o coração.

terça-feira, 19 de julho de 2011

BURACOS DA VIDA

Engraçado. Vendo a apresentação de balé da minha filha no Domingo (teatro Odylo Costa Filho – Uerj), só conseguia pensar no futuro. “Ela será mesmo bailarina?” “Vou aguentar ver minha filha realizar um solo em um grande teatro?” “Ela vai se machucar muito ensaiando?” “O namorado também será bailarino?” Vixi...que namorado que nada!!!

Enquanto a mãe ao meu lado realizava uma avant-première em lágrimas, eu me segurava para não dar o meu showzinho de frescura – não deu – e quase me desconcentrei da apresentação mergulhado nesses pensamentos bobocas. Quase perdi toda a emoção de ver filhotinha danada da breca em um palco imenso, com tantas bailarinas lindas e performáticas, fazendo a sua apresentação. Errando, acertando, emocionando. Floco de neve do Quebra Nozes.

Sem rodopiar no lugar comum, já me aventurando, ela que seja o que ela bem entender (tá, mais ou menos...), contando que seja feliz, faça com paixão e deixe papai e mamãe estarem lá para apoiar. Pra se emocionar. Pra rir e chorar. Pra acarinhar e direcionar (quando for o caso). Ou só para curtir um espetáculo de balé no findi. Ok, precisaremos de ingressos grátis. Tomara que ela consiga.
Que salte ao encontro do amor. Que rodopie em busca de sucesso profissional. Que baile como mãe serena e dedicada. Talvez nem tão serena assim, conhecendo a danada. Mas dedicada não abro mão! Ou que dance conforme a música. Não importa. Com certeza estaremos na primeira fila sempre, para não deixar que ela caia. E, se cair, que veja papai e mamãe junto com ela. Pra não se sentir só nalgum buraco da vida.


Não é tradição a bailarina receber flores após a apresentação? Então, papai levou. Na foto com mamãe











terça-feira, 5 de julho de 2011

NÃO TÔ BEM...

Eu já devo ter falado isso por aqui, pros meus seis leitores. Pelo menos para algum dos seis. Não lido bem com a rejeição da minha filhota. Por menor que seja. E olha que é bem pequena mesmo, mas é como uma espécie de hipocondria. Sei que não tem problema algum, é até normal, mas não consigo enxergar com essa clareza toda. Tenho problemas...

Enfim, minha danada da breca está numa fase mãe TOTAL. Diz que ama a mãe muito mais do me ama (“Do tamanho da galáxia”, se desmancha). Dá 20 beijos nela (me olhando de canto de olho) e apenas um em mim. E ainda faz chacota, a bandida. Mesmo assim, vai pra casa do papai as três vezes na semana, sem reclamar muito. Tá...reclama um pouco e diz – sempre que pode – que está com saudade da mamãe.

Para tentar amenizar esse stress, procuro fazer uma programação divertida, na tentativa de tornar o tempo dela com o papai mais legal. Claro que não abro mão das broncas, castigos e afins que orbitam a educação que tento passar para ela. Quem quiser que leia ‘limites’. Ontem à noite (4/7), fizemos bolinhos de chuva – motivados pelo clima londrino que pairou sobre o Rio. Ficaram ótimos. Compramos os ingredientes, arrumamos a mesa e filhotita ajudou com a massa. Eu fritei com ela longe, que fique bem claro.

E sabe o que aconteceu quando ficaram prontos? Nadica de nada. A bandida não deu uma única dentada na p...orra dos bolinhos. Tive, claro, que comê-los sozinho. Mas, beleza, foi bem divertido. E na manhã de hoje (5/7), depois que preparei o almoço (bem cedo) – pois passo as manhãs de terça e quinta com ela –, lá fomos nós para outra aventura apartamentística, pois com essa friaca é impossível tirar a menina de casa: acabamos de forrar as gavetas do armário dela (já postei aqui as fotos da forração do interior do armário). Essa ela nem ajudou muito. Ficou desenhando e me atrapalhando...e reclamando.

E pra que esse post enorme? Tudo para dizer uma coisa bem diminuta: dá um puta trabalho ser pai separado.




Gavetinhas forradas...




Ingedientes a postos



Com a mão na massa


Tcham, tcham, tcham, tcham...







terça-feira, 21 de junho de 2011

quarta-feira, 8 de junho de 2011

MISTURA MELEQUENTA

Quarta à noite é dia de pizza na pizzaria e de mistura melequenta em casa...papai e filhotita adoram. Sempre.















terça-feira, 31 de maio de 2011

PAI, ESTOU AQUI

Aconteceu uma coisa - digamos - engraçada? Estranha? Reveladora? Ah, sei lá...só aconteceu uma coisa no treino de jiu-jitsu hoje. Treinava com um grande amigo (grande mesmo, uns 95kg). Estava por baixo, fazendo guarda e tentando raspá-lo (uma espécie de inversão, onde eu ficaria por cima). A certa altura, vi que seria impossível inverter o jogo, já que o cara é muito pesado. Mas não dava para parar, para desistir. O jiu-jitsu é assim. Mesmo sabendo que é muito difícil, você não desiste, não pode esmorecer. Naquele momento lembrei de uma conversa que tive com uma amiga de faculdade, horas antes, via facebook.

A conversa com a amiga versava justamente sobre o blog De Pai pra Filha. Ela elogiava a minha atitude como pai e, ao mesmo tempo, contava que o pai do filho dela (15 anos, acho eu) não via o filho havia três meses. TRÊS MESES???

Cara, o que é isso? Sei, por experiência própria (e depois conto essa história), que a vida acaba pregando algumas peças na gente e nos afasta dos filhos, por exemplo. Também sei que toda história tem três lados: um lado, o outro lado e o lado verdadeiro. E nenhum dos lados coincidi. Nunca. Por isso, esse post não é um julgamento, mas um alerta.

Não importa o quanto se trabalhe. Não importa o quão longe estamos da casa da ex. E, principalmente, não importa se os filhos querem ou não te ver...eles têm que te ver. Eles podem ainda não saber, mas necessitam da sua presença. Assim como a da mãe.

Independentemente da separação, nossos filhos precisam saber o nosso time de coração. Precisam estar cientes do esporte que praticamos ou gostamos. Você precisa fazer com que os filhos saibam que tipo de sapato usa. Fica sempre mais fácil para eles no Natal. E a recíproca, claro, precisa ser verdadeira. Qual o desenho que a sua filha mais gosta? E o nome da melhor amiguinha dela? E a cor do esmalte? Não sabe? Mas são informações cruciais, meu chapa. Como não sabe? Por que não convive de maneira mais próxima. Não escuta, não pergunta, não tá ali...levando na escola, buscando do balé ou da natação, conversando ao pé do ouvido antes de levá-la para escovar os dentes e botá-la na caminha.

Sério, não dá para deixar a vida te encurralar desse jeito. É você quem deve comandar isso, tomar as rédeas do seu amor pelos filhos. Vai lá Mané, ainda dá tempo. Três meses é tempo mais do que suficiente para pensar nisso!

O QUE PAI DE MENINA SABE...

Eu conheço o rosa e o verde militar (esmalte da Colorama).
E também sei que aquela tal de Ana Hickmann lançou uma coleção de esmaltes.
Que provocar ciuminhos (principalmente nos pais) está no DNA das mulheres. Ou nos hormônios...
Tenho certa afinidade com a princesa Aurora. Sei até o que ela veste.
Não confundo a Bela Adormecida com a Ariel (pra quem não sabe, aquela dos cabelos vermelhos).
Depois de muito esporro, só limpo o xixi da frente pra trás.
Conheço alguns passos de balé e faço um coque como ninguém.
Não gosto muito da ideia (aliás, detesto), mas sei que um dia minha filhota vai namorar.
Sei que não posso dar selinhos na minha filha, mas não resisto.
O blush é pra substituir o vermelhinho do Sol. Delineador não é a mesma coisa que rimel, apesar de os dois irem para os olhos.
Nunca deixo de ter em casa creme para pentear cabelos cacheados.
E sei que cabelos devem secar soltos, nunca presos.
Não adianta, é ela quem escolhe as próprias calcinhas.
E calça listrada não combina com blusa florida. Sei isso também.
Enfim...aprendi tudo isso sendo pai de menina. Mas isso é só o começo. Sei disso.



segunda-feira, 30 de maio de 2011

DA SÉRIE "DÁ TRABALHO, MAS..." Refresh de móvel

Em tempo de total ojeriza ao desperdício (mentira, é época de vacas magras mesmo), precisamos ensinar aos filhotes o valor do reaproveitamento e da reutilização. Nesse Domingo chuvoso, ao invés de irmos ao shopping comprar coisas das quais não presisávamos, passamos a manhã forrando o armário de filhota. A Cômoda já estava feita e sobrou muito papel. Resolvemos, então, aplicar o conceito de refresh também no armário - no interior dele, diga-se de passagem, pois as portas servem de tela para a inspiração artística da danada (estão mais pintadas do que uma onça).
Ainda faltam as gavetas...mas ficou tarde e tínhamos que almoçar. Claro que não deu tempo de fazer almoço e, como era Domingo mesmo e já estava economizando com a reforma do armário, resolvemos comer na rua...

Vamos fazer Domingo que vem.




































































quinta-feira, 26 de maio de 2011

MEU MILHÃO

Acabo de ganhar meu primeiro milhão.



Da festa do milho de filhotita. Agora, enfeitando a tela do papai

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Eu falei crescendo? Que mané...era pra dizer CRESCIDA!!! Olha essa gatinha (do papai, hein marmanjos...).



O QUE CABE NO MEU CORAÇÃO

No meu coração cabe muita coisa. Cabe a amizade e até alguma angustia. Cabe esperança também. Assim como tem espaço para desavenças. Nele, cabe afeto, cabe carinho, cabe amor. E um pouco de descrença. Um pouco de confusão e também um pouco de mesquinharia. Fazer o quê?
Mas, felizmente, no meu coração cabe todo o gigantesco amor de um pai.

Obrigado destino, por ser pai dessa menina.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

BALANÇA DE MOCINHA

Filhotita está gripada. Super gripada. Mamãe Fátima está cuidando dela...mesmo assim hoje foi um dia especial (como todos...). A danada, acreditem meus caros, já está se pesando na balança de mocinha e não mais na de bebê...uma coisa. É a primeira vez.

A consulta hoje no pediatra foi muito legal. Ela já entende e o Dr. a examina bem sozinha...sem chororô, sem lesco-lesco...Já tá com 1,04m e 17,8 Kg. Daqui a pouco, filhota, babau colinho.

Crescendo...pena!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

PUTZ, QUE CHUVA

Caraca, ainda bem que filhotita está dormindo, na santa paz do senhor, bem na caminha do papai. Ok, sei que não é ideal...mas o quarto dela tá a maior bagunça. Hoje eu deixei...

segunda-feira, 18 de abril de 2011

DÁ TRABALHO, MAS...BATERIA

Dá trabalho mesmo, mas olha a cara da danada. Deixá-la fazer essa bateria aí e d+ para ela. Adora. Como sou um pai babão, como dizem no trabalho, acabou catando tudo depois. Sozinho. Comprei até esses banquinhos laranja (tipo anos 80), na Tok Stok. Ela tira um som até maneiro desses bancos. Eles até servem pra sentar, qdo em visita. Cool!

MISTURA EFICIENTE

Sabem o que aproxima pais e filhas, além de jantarem juntos, tomar café da manhã na mesa - juntos, claro - o irem às festinhas dos colegas da sala de aula? Fazer coisas que não estejam na rotina dos pequenos e que, na maioria das vezes, é proibido. Mas tem que ser divertido, lógico.

No nosso caso, meu e de filhotita, é fazer a mistura melequenta. Já falei dela por aqui, mas é de uma eficiência sem igual. O conceito embutido é o de ficarmos juntos longe da frete da TV. A regra é simplérrima: misturamos de um tudo que encontramos na cozinha. Não vale comprar nada especificamente. No caso de hoje, por exemplo, teve açúcar, adoçante, mel, macarrão, tinta guache vermelha, leite em pó, molho shoyo, água, sucrilhos e, com certeza, algo mais que não me lembro agora, tarde da noite.

A danada deitou como un anjo, na minha cama, claro, e até me abraçou. Coisa que anda meio difícil de contecer. Acho que ela tá numa fase que fica me fazendo ciúmes com a mãe. Dá 200 beijinhos na mãe e dois em mim...e me olha com aquela cara que vocês, seres do sexo feminino de marte sabem fazer. Tudo bem...não tem aquele lance de incondicional? Deve ser por aí...


domingo, 10 de abril de 2011

AI, AI, AI, AI...

Filhota com 39 graus de febre...Filhos...putz. Já demos alivium. Se não abaixar, banho morno na danada. Se ainda assim nao abaixar, Copa Dor nela. Essa noite não durmo, com certeza. Mais uma. Não será a primeira e nem a última, certo?

terça-feira, 5 de abril de 2011

DE VOLTA AO BALÉ

Voltamos ao balé...ahá, ningué acreditava, né mesmo? Filhotita, tadinha, já estava com sudades. Não só pelas aulas de dança. Aé acho que a danada gosta um tantão desse negócio, mas também pelas amiguinhas. Não que elas não se vejam pelo bairro. Só no sábado Domingo passado (4) praticamente todas se viram em duas festinhas...NO MESMO DIA! Todas as crianças do mundo merecem festinha de aniversário. Mas nós, pais modernos e entenados no mercado de trabalho, não merecemos duas no mesmo dia. Caraca! Enfim...tirando as dançarininhas, algumas surpresas. A começar pelo preço, majorado, claro. A professora também é nova, Fernanda. Substitui o xodó da criançada, a tia Aline - que está a espera do primeiro, ou primeira, rebento. Teve que se afastar um pouco. Ordens médicas.



Engraçado, hoje chegamos pouquito atrasados. Adentramos a sala de balé e Fernanda deu as boas vindas à filhota perguntando. "Oi Maria Paula, você já conhece suas amiguinhas?". Riso geral na sala. E olha que a maioria só tem 4 anos.




O stress continua. A correria continua - se bem que hoje tive a providencial colaboração da secretária de mamãe Fátima, a Fernanda. Não a professora, a secretária. Homônimas...só isso -. E também a alegria de ver filhotita danada da breca com aquela roupinha azul de balé...tchutchu? Tutu? Bem, seja lá qual for o nome, a verdade é que poucas coisas se comparam a propocionar aos filhos um sorriso largo de felicidade. Mesmo curtinha, por que depois vem toda a correria e os esporros para comer rápido e se vestir para a escola.


Filhos....



Como não tirei fotos do retorno ao balé, publico algumas fotos da festona de filhota, que fez 4 aninhos.







segunda-feira, 28 de março de 2011

DÁ TRABALHO, MAS TEM QUE FAZER 1

Todo Carnava é a mesma coisa. Mal começa a festança de Momo e eu tasco uma fantasia pareida com a de filhota. Só para a malandrinha não se sentir perdida na multidão. Tá, algumas ficam meio redículas, mas fazer o quê? Lembram daquele comercial da Sprit, onde a filhota usa toda a maquiagem da mamaãe no papai? E o coitado ainda tem que ir abrir a porta para uma dupla de porteiros mal encarados? Então, é por aí. Esse ano saímos de Peter Pan e Sininho...uma coisa! Foi, foi...bem vejam as fotos. Falam por si só...Dá trabalho, mas tem que fazer malandro.



quinta-feira, 24 de março de 2011

DA SÉRIE "DÁ TRABALHO, MAS TEM QUE FAZER"

Não tem jeito, meu chapa, quando se é pai - principalmente separado e com guarda compartilhada - algumas coisas são inevitáveis, mesmo que deem muito trabalho. O tempo todo. Vai por mim, TEM que botar a mesa todos os dias que estiver com filhota em casa. E colocar fruta e outras coisitas saudáveis na mesa. É capaz que ela não coma sempre, mas dizem os livros (se é que livro diz alguma coisa...) que para cada aceite da criança, existem 20 negações. Então, bora insistir...

Claro que é preciso ter um pouco mais de tempo que o normal. Trabalho em horários alternativos...faço muito teletrabalho em casa e posso me dar ao luxo de colocar a mesa bem legal para danada de filhotita. Coloco, tiro, guardo tudo e lavo a louça.

Enquanto isso, ela espera no sofá vendo Backardigans (acho eu). Mas são essas coisas que nossos filhos vão lembrar mais tarde. Ou vc acha que sua filha (o) vai guardar na memória aquele pratinho no colo, enqaunto vc faz a barba ou veste aquela calça larga horrorosa?

















segunda-feira, 21 de março de 2011

BICHO MENTIROSO

Caraca, passou-se mais de um mês (tinha dito que seria na semana seguinte - bicho mentiroso) pra eu retomar os posts. Mas, galera, tá brabo o negócio. Sou, praticamente, um fast food de texto. Não para mais de escrever. São tantas campanhas de brand, co-brand, refrash essas porcarias em inglês...Como diz o Anselo: refrash é o caralho! Que filhotita não leia isso.

Enfim rapaziada, ainda não postei o lance do coque no cabelo para o balé, né? Tanta gente me pediu...sou um desalmado por deixar tantos pais na mão. Mas resolvi fazer um vídeo dessa bosta pra acabar logo com isso. Vou fazê-lo na próxima semana. Prometo.

Mas o que eu queria dizer hoje, retomando o processo, é que ando tão sem paciência com a minha filha, que estou até com medo. Tenho gritado com ela mais do que o normal. Mesmo com 4 aninhos, ela tem sua parcela de culpa. Precisamos falar com ela dez vezes. Sério, dez vezes para ela atder. Tá...dez é sacanagem, mas umas três ou quatro tá de bom tamanho.

Claro que tudo é reflexo do trabalho em demasia...da correria e toda aquela bobajada que a gente usa como desculpa. Tenho lido um livro interessantíssimo e que tem me ajudado na busca do equilíbrio para ser um bom pai solteiro: Por dentro da cabeça do seu filho, de Nigel Latta. O cara é um psicólogo americano especializado em crianças-problema. Mas atende a muitos pais procurando orientação. Vale a leitura.

Até amanhã.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

DE VOLTA

Filhotita, papai tem andado muito, mas muito ocupado. Culpa minha, tenho trabalhado mais do que o normal. Aliás, bem mais.

Mas, não se preocupem pais solteiros e solitários que cuidam de suas pequenas lindonas. A partir da próxima semana estarei de volta, com textos, fotos, vídeos e infos super necessárias, como, por exemplo, como fazer o coque de filhotita para o balé...ou vocês acham que nós pais não temos que saber como fazer o coque? Olhem lá, hein!

Até.